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23 de novembro de 2010

se marcar, perde a marca!

A primeira preocupação de uma mãe que decide empreender é criar um produto ou um serviço de qualidade para conseguir se diferenciar no mercado. A segunda deveria ser constituir a empresa, mas na era do branding e das lovemarks, as empresas maternas podem até ficar sem CNJP, mas não sem uma marca!

As mães se preocupam bastante com a criação de suas marcas. Imprimem nelas tudo aquilo com que mais se identificam, projetam afetos e aspirações, sentem orgulho como se fossem filhos e trabalham arduamente na construção de valor para elas. O problema é que muitas precisam abrir mão da marca depois de alguns anos, porque descobrem que ela já tem dono e que o uso de marca alheia registrada é crime. Ah, nããão!

Segundo Fernanda Picosse, advogada especializada em direito autoral e registro de marcas e patentes, “somente 1% das empresas têm o cuidado de registrar sua marca no início de suas atividades, enquanto os outros 99% só se preocupam com registro quando descobrem que tem outra empresa usando a sua marca”.

Para que a marca esteja devidamente autorizada e protegida contra cópia é necessário requerer seu registro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), um órgão federal vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Ele é responsável por registros de marcas, concessão de patentes, averbação de contratos de transferência de tecnologia e de franquia, registros de software, de desenho industrial, entre outros.

O INPI tem mais de 600 mil marcas registradas e recebe cerca de 100 mil novos pedidos todos os anos, mas apenas 60% obtêm o registro. O órgão registra três tipos de marcas – de produtos, de serviços ou de certificação –, oferecendo três tipos de proteção: só para o nome (nominativa), só para o desenho (figurativas) ou para ambos (mistas).

O preço do registro de uma marca no INPI varia entre 100 e 400 reais por categoria/classe e os honorários advocatícios custam cerca de 500 reais . É recomendável procurar ajuda especializada, pois podem haver diversos imprevistos no processo (por exemplo, a marca aparecer disponível no dia da pesquisa e indisponível uma semana depois).

A falta de orientação adequada obrigou as sócias Ana Anselmo e Viviane Paulucci a mudar o nome da empresa de Projeto BB para Baby Planners. A primeira pesquisa, feita em em 2008, mostrava a marca disponível, mas em 2010 as empresárias não conseguiram registrá-la porque um terceiro já o havia feito. “Fomos mal orientadas pelo escritório de contabilidade que nos atendia”, diz Ana Anselmo.

Outro problema bastante comum é acreditar que o registro do nome na Junta Comercial ou no cartório pode proteger a marca. “O nome comercial destina-se apenas à identificação de uma pessoa jurídica dentro de um estado”, explica Fernanda Picosse. “Já o registro da marca identifica um produto ou serviço em nível nacional dentro de um determinado segmento de atuação”, completa.

Mais uma confusão freqüente, segundo a advogada, é as pessoas acharem que a marca precisa estar na razão social da empresa, o que não é verdade. A empresa pode ter uma razão social e diversas marcas diferentes para identificar seus produtos e serviços.

Abandonar uma marca forte e consolidada pode impactar fortemente os negócios da empresa como aconteceu com a fabricante da cachaça brasileira Havana, criada na década de 1940. A empresa não registrou a marca e permaneceu mais de 50 anos comercializando a bebida com este nome. Em 2001, perdeu o direito de uso da marca porque um fabricante de rum cubano registrou-a aqui no Brasil. Resultado? A cachaça teve que trocar de nome e sofreu uma queda de cerca de 40% nas vendas.

Mais do que impacto nas vendas, uma marca realmente forte é capaz de sobreviver à falência da empresa como aconteceu na década de 80 com a Brunella. A melhor confeitaria do Brasil faliu depois do falecimento de seu sócio fundador, mas a marca foi vendida para uma empresa do ramo alimentício, que a mantém viva até hoje apesar de não existir mais nada que lembre a antiga Brunella.

Melhor não marcar com a sua marca, né? Boa sorte!

*este foi o terceiro texto da coluna ‘mães empreendedoras’, que a ciadasmães publica mensalmente no site da revista crescer.



15 de outubro de 2010

10 coisas que toda mãe empreendedora precisa ter pra dar conta do recado

Desde o lançamento da CiadasMães, em abril de 2010, recebemos mais de 250 e-mails de mães empreendedoras brasileiras compartilhando suas histórias de superação diante da crise maternidade x trabalho. Em todas as histórias, em algum momento, apareceram expressões como “graças a isso” ou “se não fosse aquilo” para pontuar algo essencial ao processo de cada uma.

Relendo estes e-mails e conversando com o grupo de empreendedoras da CiadasMães, conseguimos identificar 10 coisas, materiais e imateriais, que toda mãe empreendedora precisa ter pra dar conta do recado. Confira!

Computador com internet

Essa dupla está mesmo mudando o mundo e revolucionando a vida das mães. Graças à internet, hoje temos acesso à informação adequada (direto da fonte), trocamos objetos e ideias com nossas iguais, valorizamos nosso papel social e nos mobilizamos em nome de interesses comuns.

Quem é mãe e usa a internet sabe a força que recebe das redes virtuais, sejam elas de informação, de relacionamento ou de trabalho. E as mães que ainda não usam precisam se conectar urgenteMENTE, porque hoje em dia lugar de mulher e de mãe não é mais na cozinha, mas na internet (é daí que vem o slogan da CiadasMães: “porque lugar de mãe é na internet”).

Celular

Seja smart ou tradicional, é impossível ser uma mãe empreendedora sem telefone celular. Aqui na CiadasMães, como o trabalho é quase 100% online, os smartphones são a base móvel da empresa e permitem, por exemplo, que a Roberta controle os e-mails nos intervalos dos ensaios da Orquestra Municipal de São Paulo (seu segundo trabalho), que a Kátia fique atenta aos e-mails enquanto cuida da sua bebê e que a Dani passe uma semana na praia com as crianças sem abandonar o trabalho.

A mobilidade é a principal vantagem do celular, mas não a única. A Silvia Folqueto, dona da Livraria em Branco, usa o alarme do celular para controlar o tempo das suas atividades durante o dia e a Yoko Hibino, da Ismália Queria, usa para ouvir música, item essencial no cotidiano dela.

Apoio do marido ou da família

Este foi o item mais lembrado nos e-mails que recebemos. Dezenas de mulheres disseram frases como “consegui graças ao apoio do meu marido” ou “se não fosse o apoio da minha família, não teria conseguido”.

É muito provável que, além de um anseio individual, o “projeto mãe empreendedora” seja também um acordo entre os casais ou núcleos familiares diante das demandas das próprias crianças por suas mães. Todos percebem como as crianças ficam mais calmas e satisfeitas emocionalmente quando têm seus pais ou pelo menos a mãe por perto, mesmo que não em tempo integral.

Apoio do marido ou da família nem sempre quer dizer que eles vão sustentar a casa para que a mãe empreendedora viva como uma madame. Há sempre um acordo temporário firmado entre as partes, onde a mãe empreendedora se compromete a trabalhar duro para que o negócio comece a gerar renda o mais rápido possível.

Em outros casos, a mãe empreendedora continua trabalhando fora para pagar as contas junto com o marido, mas conta o apoio dele para cuidar dos filhos mais de perto enquanto o negócio está começando e ainda não gera renda suficiente. Ambos os casos acontecem conosco, sócias da CiadasMães.

Ajudante em casa

Três é luxo, duas é conforto, mas uma ajudante doméstica é essencial para qualquer mãe empreendedora, a não ser que os filhos sejam maiores de 10 anos e colaborem nos cuidados com a casa e comida.

“Uma ajudante do lar eficiente, que dê conta do serviço, é mais que uma mão na roda”, diz Ana Cris Duarte, do GAMA – Grupo de Apoio à Maternidade Ativa. “Mas não podemos ser extremamente exigentes, porque os outros nunca fazem exatamente como a gente faria”, ela lembra.

Carregador de bebê (sling)

Quem tem bebê em casa sabe que eles reclamam mesmo! Não gostam de ficar muito tempo brincando sozinhos ou sentados no carrinho. Bebês querem colo! “É natural que eles queiram colo porque ficaram nove meses ‘no colo’, seguros pela barriga de suas mães, em contato com ela, ouvindo sua a voz”, diz a pediatra especialista em Aleitamento Materno, Honorina de Almeida (1). “Quanto mais colo esse bebê tiver, mais seguro ele será quando adulto”, completa.

É cada dia mais comum ouvir dos médicos mais antenados com as recentes evidências científicas que colo faz bem, mas ninguém merece segurar um bebê nos braços o dia todo, né?! Então o caminho para a mãe empreendedora conseguir trabalhar com o bebê por perto é ter um carregador de bebê (sling) para poder dar colo quando o bebê precisar sem perder o movimento dos braços e mãos. Aliás, é super comum ver mães de bebês super craques em digitar com uma mão só no teclado, enquanto a outra distrai o bebê.

Perseverança

Na opinião da Beatriz Peres, empreendedora da Oras Bolas, o segredo do sucesso é a perseverança porque “infelizmente as coisas não dão certo da noite pro dia”, ainda mais em empresas de mães.

Além de todas as dificuldades enfrentadas pelos micro-empresários brasileiros – altíssima carga tributária do país, concorrência desleal dos “made in China” -, as mães empreendedoras ainda têm de fazer os filhos crescerem e florescerem junto com a empresa. “Paciência é fundamental”, diz Cris Toledano, dona da Lilith. “A coisa vai tomando forma aos poucos, mas é preciso muito malabarismo”, completa.

Que é possível, a gente sabe que é, já que as mompreneurs estão fazendo acontecer nos Estados Unidos e Canadá, mas certamente a curva de crescimento das nossas empresas tem um outro padrão. “Mas sem bom humor é impossível!”, conclui Fabi Diaz, da Feito à Mão.

Organização

Muitas mães dizem que organização e disciplina são super importantes, mas a maioria admite que tem dificuldade com isso. “Para conseguir se organizar melhor, a mãe empreendedora precisa treinar o foco e a atenção, tentando fazer uma coisa de cada vez”, aconselha a psicóloga Solange Nogueira, dona na Clínica Solaris, em São Paulo.

Andréa Vasconcelos, da Sampa Sling, dá a dica de uma pergunta-chave para organizar a atenção: “O que é mais importante agora?”. E a Silvia Folqueto, da Livraria em Branco, dá a dica do Método Pomodoro. “É incrível como ele otimiza o tempo e a produtividade”, diz ela.

Flexibilidade

Como a rotina da maternidade é bastante marcada e fragmentada pelas necessidades das crianças (alimentação, atenção, lição, escola, entre outras coisas), as mães empreendedoras precisam de flexibilidade de horários para cumprir as demandas do trabalho e dos filhos.

Geralmente o trabalho se divide em dois ou três turnos ao longo do dia até alcançar oito ou dez horas de dedicação, por exemplo: das 6h às 8h, das 13h às 17h e das 20h às 22h.

Além de horários flexíveis, as mães empreendedoras precisam ter mentes super flexíveis (elásticas, multi-dimensionais, se possível!), porque com crianças por perto, o imprevisível é uma constante. “É preciso aprender a ‘mudar a chave’ com rapidez e tranqüilidade”, diz Ligia de Sica, dona da Bebechila. “A gente aprende a interromper uma tarefa de trabalho para fazer uma da maternidade e depois retomar o trabalho sem nenhum prejuízo”, completa.

Um tempo sozinha

Mesmo desenvolvendo estes “super poderes mentais”, a maioria da mães empreendedoras concordam que é fundamental tirar algumas horas do dia para ficar absolutamente sozinhas e mergulhar na criação, na produção ou na descontração (por quê não?).

“Eu preciso ter o meu canto em casa pra pensar e um horário sem interrupção pra trabalhar”, diz Malu Carvalhaes, da Lulu Caju.

“Eu preciso de um tempo para respirar e organizar o dia”, diz Roberta Cosulich, da Cosumann.

“Eu preciso de pelo menos uma hora por dia lendo um bom livro”, diz Elisa Dal Ri Rosso, da Barriga de Pano.

Permita-se “precisar de um tempo” você também!

Xô, culpa!

O último item é algo que a mãe empreendedora NÃO deve ter: a culpa. Ele é um fantasma feio e malvado que apavora as mães em geral e têm uma leve preferência pelas mães empreendedoras. Quando ele te atacar, respire fundo, continue seu trabalho e mentalize o lema da Denize Barros, da La Reina Madre, que todos os dias tuíta: “Eu nasci para vencer!”. E boa sorte!

PS: olha que engraçada a lista de “must-haves” da Yoko Hibino, dona da Ismália Queria, que diante das nossas conversas se sentiu uma E.T.:

- mochila grande

- jaquetinha leve

- tênis

- celular (o mais simples possível)

- blackout na janela

- qualquer aparelho que toque música

- livros de contos pra poder ler picadinho

- microondas

- plantinha pra jardinagem de terapia

- sala de cinema bom perto de casa

“Será que sou uma ETreendedora?”, pergunta ela. Pode?!

(1) Em entrevista do DVD “Amamentação sem Mistério”, do GAMA e Boa Hora Filmes.



17 de agosto de 2010

ciadasmães assina nova coluna no site da revista crescer

a revista crescer nos convidou para criar a coluna mães empreendedoras com o objetivo apresentar informações e aproximar o brasil de um novo e importante movimento social feminino chamado ‘mompreneurship’ ou ‘empreendedorismo materno’.

Entenda o fenômeno das ‘mompreneurs’

Depois de garantir uma nova posição na sociedade e no mercado de trabalho, as mulheres urbanas do século 21 desejam outros padrões de qualidade de vida. Elas querem estar mais próximas dos filhos, ter mais tempo para os amigos e familiares, resgatar antigos rituais de cultura e trabalhar com horários mais flexíveis.

Nós mães, em especial, estamos perseguindo esse objetivo com mais empenho e por isso, cada vez mais, optando por trabalhar em casa para conseguir cumprir as demandas profissionais e cuidar, nós mesmas, dos nossos filhos.

Há cerca de uma década nos EUA, Canadá, Reino Unido e outros países da Europa e da Ásia, a opção das mulheres por trabalhar em casa após a maternidade virou tendência e as ‘work-at-home-moms’ viraram uma categoria social, com direito a inúmeras comunidades, sites de informação e serviços exclusivos na internet.

Só que como o home-office não é uma prática corporativa muito comum, a maioria das mães que opta por ficar em casa acaba empreendendo seu próprio negócio e, por isso, o movimento das ‘wahms’ ficou conhecido como o ‘fenômeno das mompreneurs’ (mom = mãe + entrepreneurs = empreendedoras).

Ganhando peso

Houve um tempo em que ser uma ‘work-at-home-mom’ era sinônimo de ser vendedora de Tupperware ou Avon, mas hoje as ‘wahms’ ou ‘mompreneurs’ são bem mais descoladas. Aparecem no mercado como escritoras, blogueiras, estilistas, crafters, fotógrafas, webdesigners, consultoras, stylists, assistentes virtuais, planners de eventos, enfim, elas trabalham com o que gostam, criam os filhos mais de perto, lançam moda, produzem riqueza e começam a ser reconhecidas pelo mercado.

Ainda que ninguém tenha números concretos sobre o crescimento das ‘mompreneurs’ no mundo, elas estão aparecendo em renomadas publicações internacionais como a Forbes, a Times Online e a Business Week, como a grande tendência do empreendedorismo feminino deste século – que vem crescendo bastante, inclusive.

De acordo com um estudo realizado pela ONG Center for Women’s Business Research,  as mulheres americanas estão empreendendo duas vezes mais que os  homens. Outra ONG americana, a National Association For Moms In Busines,  afirma que existem 15,6 milhões de mulheres empresárias nos EUA e que  44% delas tem filhos de até 18 anos. Portanto, estamos falando de cerca 7  milhões de mães empreendedoras só nos EUA, o equivalente a quase 10% do  total de mães americanas (que são 80 milhões, segundo a Moms In  Business).

No Brasil as mulheres também estão empreendendo mais do que os homens. Segundo a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, divulgada em 2010 pelo SEBRAE, dentre os 18,8 milhões de empreendedores brasileiros, 53% são mulheres e 47%, homens, o que significa que o país tem cerca de 10 milhões de empreendedoras. E quantas seriam mães?

Fazendo uma conta aproximada, se o Brasil tem 10 milhões de mulheres empreendedoras e mais da metade das mulheres brasileiras são mães (62% da população feminina com mais de 10 anos de idade é mãe, segundo o Perfil das Mães Brasileiras, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), então somos um time de pelo menos 5 milhões de mães empreendedoras no país.

O berço do empreendedorismo

Outra pesquisa, desta vez sobre as ‘mompreneurs’ britânicas, feita pela Yellow Pages, e divulgada pela BBC Online, mostra que as mães inglesas atribuem o empreendedorismo e o sucesso nos negócios à maternidade.

Segundo a pesquisa, 40% das empresárias inglesas com filhos afirmam que tiveram a ideia de começar o negócio quando estavam grávidas ou no primeiro ano de vida do bebê e 92% delas atribuem o sucesso nos negócios a uma série de habilidades que desenvolveram durante a experiência da maternidade.

Ao analisar a pesquisa, o renomado psicólogo Geoffrey Beattie, da Manchester University e autor publicado no The Guardian, The Times, Marie Claire, entre outros, afirmou que “a gravidez tem um grande efeito sobre o corpo e o cérebro das mulheres, o que pode elevar o humor delas por longos períodos”. Ainda segundo ele, esse estado de humor elevado faz com que elas fiquem mais pré-dispostas a arriscar e transformar ideias em ações mais facilmente.

A pesquisa também mostrou que a internet desempenha um papel decisivo neste movimento que cresce a cada dia. Mais da metade das mães (51%) que participaram da pesquisa disseram que “sem a internet não teriam a liberdade e flexibilidade para trabalhar e também cumprir compromissos familiares”. Mais de um quarto delas (27%) trabalha depois das 17hs e mais da metade (59%) trabalha entre 21h e 24hs. Além disso, quase um terço  das empresas formadas por mães (30%) são inteiramente baseadas na Internet.

Com toda essa presença digital, não seria de se estranhar que o movimento contasse com diversas redes sociais, sites, blogs e serviços na internet, mas depois de navegar neste universo é impossível não se assustar com a abundância de endereços relacionados ao tema. É quase impossível explorar todos, você pode passar dias, talvez até semanas ou meses apenas navegando nestes sites e ainda sairá com a impressão de que não viu tudo.

Em 2009, como ‘work-at-home-moms’ em busca de ser ‘mompreneurs’, mergulhamos nesse universo para criar a Companhia das Mães (www.ciadasmaes.com.br), o primeiro site brasileiro dedicado às nossas mães empreendedoras. Lançado no final de março de 2010, o site ciadasmães é uma loja virtual que vende artigos feitos por mães para mães e crianças de 0 a 6 anos. Temos moda materna e infantil, bolsas e acessórios, decoração, utilitários, brinquedos e artigos para festas. Tudo com muito charme e bom-gosto!

Aqui na coluna vamos, os poucos, trazer o que há de melhor sobre e para as mães empreendedoras. Para começar, três sites bacanas para você mergulhar neste universo.

Mompreneurs Online
Ellen Parlapiano e fundadores Patricia Cobe criaram o termo e a marca registrada “mompreneurs” nos anos 1990 ao escrever seu primeiro livro Mompreneurs. Esta comunidade oferece um fórum, artigos, chat, blog e mercado.

The MOMeo Magazine
Carla Young comanda esta revista online americana para mães empreendedoras que oferece todo tipo de conteúdo: vídeo, chat, artigos, reportagens, comunidade e um curso online.

The Mompreneur
Revista online canadense com artigos sobre negócios, reportagens sobre maternidade e um diretório de empresas maternas.