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10 de abril de 2012

[publi] álbum de fotos é tudo de bom!

depois de conhecer o livro do bebê, descobrimos outra super solução para organizar as fotos da família: o fotolivro, ideal para quem, como nós, acha que curtir um álbum de fotos é muito mais do que abrir o computador para “visualizar imagens”.

curtir um álbum de fotos é pausar o presente para viajar no passado. é sentar sozinho ou acompanhado de gente querida pra viajar no tempo e relembrar momentos importantes da vida. é apresentar nossa história, nossa intimidade, para alguém. é reviver emoções através de imagens escolhidas a dedo e organizadas com a intenção de serem revisitadas e curtidas depois. isso é totalmente diferente de abrir o computador para visualizar as fotos que “descarregamos” na pasta de “imagens” na conhecida pressa de todos os dias.

fazer um álbum de fotos também não é a mesma coisa que “descarregar” e “arquivar” as fotos numa pasta nomeada com uma palavra-chave e uma data para facilitar a localização. fazer um álbum de fotos é como fazer um filme: a gente conta uma história através das imagens e cria uma narrativa especial para o momento da recordação ficar mais gostoso.

sim, somos românticas, mas também modernas! usamos fotolivro porque sua tecnologia nos permite montar álbuns customizados online e solicitar a impressão pelo site. é fácil, bacana e barato pelo benefício que devolve!

caminho das pedras: o site fotoregistro oferece duas maneiras de fazer seu fotolivro, online ou pelo software d-book (download gratuito aqui). ambas oferecem opções de customização do álbum (cores e temas de fundo, enfeites, comentários sobre as fotos, bordas, posição da foto etc) e possibilidade de alterar o tamanho das fotos dentro das páginas.

até dia 15/04 tá rolando uma promoção de 25%OFF e a impressão do fotolivro grande está saindo pelo preço do fotolivro menor, confira!

para entender melhor o processo, veja o passo-a-passo da criação até a impressão do fotolivro:

abaixo tem um vídeo-tutorial da criação do álbum e tem outro aqui:


Filed under: dicas,diversos,internet,promoções,publieditoriais — ciadasmaes @ 15:45

2 de março de 2012

[publi] livro do bebê: sempre em tempo!

se você não conseguiu registrar os primeiros dias e semanas do seu segundo filho, ainda não montou um álbum de fotos decente para ele e já não bloga mais como antes (primeiro filho), não se desespere porque agora é possível fazer um livro do bebê via facebook, graças ao johnson’s®baby mimo.

sim, isso é um publieditorial, mas poderia não ser porque o livro do bebê do johnson’s®baby mimo resolve um problema real da vida das mães de dois ou mais filhos: a falta de tempo para fazer álbuns, diários e afins para o segundo ou terceiro filho. e já que alguém pensou e investiu nisso, bóra usar e abusar!

certamente as mães de primeira viagem serão mais dedicadas ao johnson’s®baby mimo, mas até as mães que têm filhos com mais de 3 anos “albumless” devem tentar porque nunca é tarde pra começar!

a dani buono embarcou nessa e começou o livro do bebê da bebel, sua segunda filha, que acaba de completar 4 anos (totalmente “albumless”). ela resolveu fazer um diário “ao contrário” dos melhores momentos da bebel, começando pelo quarto aniversário e prometendo chegar até o nascimento dela.

confira abaixo o passo-a-passo que ela fez e aventure-se você também!

 

entre no johnson’s®baby mimo, crie sua conta e cadastre o perfil do seu filho.

antes de começar pense se quer que o livro de seu filho seja público (visível na sua timeline do facebook), só para amigos (cadastrados no mimo) ou privado (só você). sugestão: começar privado para testar, pegar o jeito e criar um estilo legal.

em seguida, clique em livro do bebê e inserir conteúdo.

você terá cinco grandes categorias para postar: trajetória da barriga, diário, dentição, altura e peso.

 

não vou entrar nos detalhes sobre a gravidez, o peso e a dentição (too late!). quero usar o johnson’s®baby mimo para reunir os melhores momentos da vida da bebel, então usarei sempre o diário para postar passagens marcantes da vida dela com textos e fotos.

ao escolher diário, é preciso inserir data, título e uma descrição curta (há limite de caracteres, como no twitter) e fotos.

é possível fazer upload de várias fotos ao mesmo tempo e cada foto pode ter até 12Mb, o que é ótimo porque algumas fotos originais chegam a ter 4 ou 5Mb (normalmente os sites nos obrigam a reduzir uma por uma para fazer upload, dá o maior trabalho!).

 

é muito bacana colocar várias fotos porque o post vira um mini-álbum daquele momento, que pode ser compartilhado, curtido e comentado pelos amigos.

rápido e fácil: ideal para os segundinhos! must try johnson’s®baby mimo!


Filed under: dicas,diversos,internet,publieditoriais,redes sociais — ciadasmaes @ 0:39

10 de fevereiro de 2012

um mimo para mães

 

a johnsons baby acaba de lançar o mimo, um aplicativo gratuito para mães de crianças de 0 a 5 anos no facebook. com ele instalado no seu perfil de facebook ou celular (iphone e android) é possível fazer três coisas bem bacanas:

1) perguntas e respostas sobre maternidade/filhos, no melhor estilo oráculo: mães perguntam na rede e recebem feedback de outras mães sobre suas experiências (como no yahoo respostas), com a vantagem de poder pesquisar as conversas por tipo de assunto e faixa etária dos filhos. super help pros momentos de aperto!

2) um diário online da vida dos filhos, no livro do bebê, para quem gosta de registrar tudo, inclusive evolução de peso e dentição, com possibilidade de compartilhar com amigos uma timeline sempre atualizada dos filhotes.

3) postar dicas “child-friendly” no guia de serviços, com georeferenciamento via google (o mais legal dos três serviços!). com ele é possível cadastrar, localizar no google e avaliar, a partir de “critérios maternos”, a capacidade dos estabelecimentos comerciais (restaurantes, hotéis, parques, cinemas etc) no brasil e no mundo para receber famílias com bebês e crianças (tem cadeirão? tem trocador? ar-condicionado muito forte? etc). também é possível buscar por região ou faixa etária da criança e na versão mobile é possível localizar estabelecimentos via GPS.

o que achamos mais legal é que a johnsons baby está apostando em uma nova forma relacionamento de marca com seu público-alvo. é mesmo um “mimo” pras mães! para instalar, clique aqui.

 

 


Filed under: dicas,diversos,internet,publieditoriais,redes sociais — ciadasmaes @ 3:22

8 de fevereiro de 2012

comportamento digital: qual é o seu perfil “digigráfico”?

a agência DM9 lançou esses dias o documentário “perfis digigráficos” (assista à introdução abaixo), resultado de um estudo inovador e muito interessante sobre o comportamento do novo consumidor digital.

com análises de especialistas da DM9DDB e de profissionais da Vox Pesquisas, contratada pela agência no processo de investigação do estudo, o documentário conclui que após as mudanças causadas pela tecnologia em todas as nossas esferas de relacionamento, não dá mais para classificar as pessoas somente por meio dos critérios convencionais.

segundo o estudo, os atuais perfis dos consumidores digitais são moldados por três critérios:
- quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em suas vidas;
- quais são as intenções que elas têm ao consumir os diversos recursos digitais;
- quanto os recursos digitais servem para moldar suas próprias identidades.

foram criados, assim, cinco perfis “digigráficos”, definidos pelo uso, intenção e identificação do indivíduo com as tecnologias:

IMERSOS: Tiveram parte de sua identidade definida a partir da tecnologia. Com ela, conseguiram “se encontrar”, definir melhor seus interesses e estabelecer melhores vínculos com o mundo. Suas personalidades e identidades foram definidas pela era digital, que os permitiu dar vida a mais personas.

FERRAMENTADOS: recorrem à tecnologia para agilizar as tarefas, mas não a idolatram. A tecnologia os ajuda nas tarefas cotidianas, facilitam suas vidas. Mas não dependem delas nem são definidos por elas.

FASCINADOS: querem parecer modernos e tecnológicos. Para eles, computadores, gadgets e hábitos da Era Digital são ícones da modernidade – e consumir essas novidades os ajuda a atestar que são antenados.

EMPARELHADOS: a tecnologia é fundamental para colocar em prática os projetos da vida. Eles enxergam a tecnologia como a grande companheira para fazer o dia a dia acontecer. Sem ela, a vida fica extremamente complicada. Para este grupo, as máquinas são como uma extensão do seu corpo, potencializando suas capacidades humanas.

EVOLUÍDOS: o universo das máquinas e da tecnologia é seu habitat. Esses são as crianças e os adolescentes que já nasceram adaptados e estão crescendo no mundo digital. Não conheceram o mundo pré-digital.

para as empreendedoras do mundo virtual ou para qualquer profissional que trabalhe ou interaja no meio digital (publicitários, jornalistas, gerentes de marketing, designers, redatores, vendedores etc.) vale muito a pena conhecer esta pesquisa mais a fundo e assistir ao documentário inteiro (dividido em 6 partes: introdução, resumo sobre o estudo e metodologia + 5 partes que detalham o comportamento de cada perfil ‘digigráfico’).

é um super guia para compreendermos melhor o momento em que vivemos e, fundamentalmente, para entendermos e analisarmos o nosso próprio comportamento, seja como consumidoras ou como produtoras de recursos digitais.

e aí? qual você acha que é o seu perfil “digigráfico”? responda nossa enquete!

qual seu perfil "digitográfico"?

veja os resultados


Filed under: internet,tendências — ciadasmaes @ 4:29

7 de fevereiro de 2012

as crianças e a rede

nossos filhos são nascidos na era digital e por isso é quase impossível (e meio sem sentido) impedir o contato deles com o mundo virtual. a intimidade dos pequenos com as tecnologias e -especialmente – com a internet se dá de forma tão natural que às vezes acabamos não refletindo sobre como, quando e com que intensidade isso acontece…

quando e como interferir sem podar novas descobertas, sem impedir o amadurecimento, sem atrapalhar a individualidade? como saber se nossos filhos estão consumindo conteúdos e recursos digitais apropriados para suas fases de desenvolvimento? como saber se estão se expondo indevidamente ou correndo riscos? e a escola, como pode participar construtivamente deste processo?

são muitas as perguntas, mas talvez não sejam tão importantes quanto as reflexões que fazemos a partir delas, como neste texto do blog educar é a questão, que fala do assunto por um viés mais profundo e menos óbvio:

“Que rede é essa?

‘Meu filho usa o computador para se relacionar, mas a nossa empregada tem a tarefa de vigiar o tempo todo; à noite, ela nos conta o que se passou’. Esse é o relato de um pai, quando entrevistado a respeito do uso da internet por crianças.

Para cadastrar-se num dos sites de relacionamento mais conhecidos, a pessoa deve informar sua idade. O cadastramento de menores de treze anos não é aceito e o próprio site recomenda seu uso para maiores de 18 anos. Entretanto, o que vem ocorrendo não é nada recomendável. Crianças, por meio do fornecimento de informações falsas ou de adultos que ‘emprestam’ suas identidades, estão frequentando cada vez mais cedo esse ambiente virtual. Os pais, naturalmente apavorados com as possibilidades de violências reais e virtuais, exercem controles também pouco recomendáveis. Vigiar o tempo todo termina por cercear liberdades necessárias e gerar insegurança nos pequenos.

As consequências podem ser consideráveis para a criança que sabe das restrições e vê os pais tão intranquilos com o que estão fazendo. Talvez o mais importante a ser dito, é que os pais tornam-se cúmplices da ‘mentira’ dos filhos em relação a idade, fazendo exatamente o contrário do que podem estar exigindo deles. Isso introduz uma fratura na noção de limite , afrouxa a confiança nos adultos, o que abala a construção dos valores que norteam a vida. Os consultórios psicológicos estão cheios de crianças e adolescentes com os mais variados quadros de sofrimento psíquico, que tem por base essa fratura.

‘Todos os meus amigos têm’: essa é a frase que os pequenos repetem para convencer os pais que tentam resistir à pressão para que sejamos todos iguais, usemos a mesma roupa ‘fashion’, conheçamos os mesmos lugares ‘in’, tenhamos os mesmos objetos ‘high-tech’. É bom lembrar que a própria rede que insere, fornecendo recursos que enriquecem a vida social, é também, por outro lado, a que captura. Falta espaço para a diferença, para a possibilidade de pensar com os próprios critérios.

Será excelente que os pais possam se sustentar naquilo em que acreditam. Quem dá suporte aos que querem fazer diferente? Seria esse um trabalho que as escolas poderiam assumir com mais consistência?”

e falando nesse assunto, lembra do post internet para crianças? que publicamos em abril do ano passado? lá, reuníamos dicas bacanas de sites e até redes sociais, com atividades educativas, para crianças de várias idades. e esses dias, ficamos sabendo de um novo programa infantil muito legal que está chegando ao brasil em breve (por enquanto só existe em espanhol)! se chama kidbox e se propõe a fornecer uma internet segura e divertida para crianças. a ideia é que baixando o programa no seu computador, seu filho pode explorar a internet com liberdade, segurança e independência, tendo acesso a conteúdos pré-selecionados e aprovados por uma equipe de especialistas formada por educadores e pais. os pais recebem relatórios com as atividades semanais das crianças na rede, o que lhe permite conhecer melhor os interesses e a evolução do seu filho, entre vídeos, jogos e sites, atualizados toda semana. tomara que chegue logo a versão em português pra gente poder testar, né?! veja melhor como funciona no vídeo abaixo:


Filed under: crianças,educação,internet — ciadasmaes @ 21:26

13 de junho de 2011

lugar de mãe é (só) na internet?

o título deste post é uma brincadeira em cima do slogan da ciadasmães: ‘porque lugar de mãe é na internet’. usamos essa frase como lema porque uma das motivações para a criação do site foi justamente o número enorme e crescente de mães que se utilizam da internet (emails, chats, blogs, fóruns e redes sociais em geral) como principal meio de informação, comunicação e sociabilização, especialmente nos primeiros tempos de vida dos filhos.

mas eis que a revista crescer publicou em seu site uma pesquisa britânica que tentou analisar um pouco esse ‘fenômeno’ das mães internautas, afirmando que depois da maternidade as mulheres tendem a concentrar sua vida social excessivamente no mundo virtual e que isso seria um aspecto negativo, psicologicamente falando. você concorda?!

primeiro, é preciso lembrar que a vida social concentrada na internet não é exclusividade das mães nem das mulheres. é geral a impressão de que depois do advento das redes sociais as relações se transformaram.

daí que é meio óbvio pensar que se alguém está numa fase da vida em que passa mais tempo dentro de casa (os primeiros tempos da maternidade, por exemplo), ela vai se utilizar dos meios que estiverem mais a seu alcance – no caso atual, a internet – pra se comunicar, interagir socialmente, buscar informações etc.

então, seria necessário comparar essa pesquisa com alguma outra feita com pessoas que não têm filhos para saber se é mesmo um fenômeno exclusivamente materno essa alta porcentagem de relações de amizade virtuais, em detrimento dos encontros físicos com amigos e familiares. desconfiamos que não…

também temos que considerar que vivendo nas grandes cidades, fica cada vez mais difícil, pra todo mundo, arrumar tempo pra conseguir, além de todas as funções do dia-a-dia, ir ao encontro de todo mundo com quem gostaríamos de conviver mais.

também é um fato que a internet e as redes sociais revolucionaram e vêm revolucionando os hábitos da nossa sociedade porque mudaram radicalmente a maneira das pessoas de se comunicarem, se mobilizarem, de transmitirem e trocarem informação. e não seria diferente com a maternidade, não é? além de facilitarem a interação, nos aproximarem de quem não teríamos contato por outros meios, ainda potencializam a quantidade e a qualidade (quando sabemos filtrar) de conteúdo que chega até nós.

pela nossa própria experiência e pelo que sabemos das mães com quem convivemos, a internet é uma benção para quem busca conteúdo diversificado sobre assuntos relacionados à maternidade, gosta de trocar ideias com outras mães, de se manter informada, de discutir, de questionar… nenhuma ferramenta ou convivência física substituiria a eficiência da rede mundial de computadores nesse aspecto.

agora, é claro que não é muito saudável pra ninguém só ter amigos virtuais e viver enclausurado dentro de casa, tendo filhos ou não. é gostoso ter a opção de não precisar sair de casa pra encontrar e conviver com pessoas queridas. mas também é uma delícia poder sair, encontrar amigos, família, conhecer pessoas novas e bater papo ao vivo, né?!

e você, o que acha? responda a enquete abaixo contando como é sua vida social pós-maternidade:

você consegue manter sua vida social ativa fora do mundo virtual?

veja os resultados

(imagem: http://arreter.tumblr.com/)

Filed under: diversos,enquetes,internet,reflexões — ciadasmaes @ 20:31

7 de abril de 2011

internet para crianças?

uma das grandes diferenças entre a nossa infância e a infância dos nossos filhos é a forte e constante presença das novas tecnologias na vida das crianças, cada vez mais cedo. a internet é uma delas, claro.

o contato de crianças e adolescentes com o mundo virtual é assunto recorrente entre pais, psicólogos, educadores, muitas vezes sendo tratado como algo preocupante, algo a ser evitado ou, ao menos, adiado o máximo possível. e essa preocupação tem sua razão de ser. o uso descontrolado do computador desde muito cedo pode mesmo ser bem ruim porque, em excesso, acaba privando as crianças de atividades físicas, da interação com outras crianças, das brincadeiras ao ar livre, da vida de criança como deve ser, enfim. e, também, claro, se não houver um controle e a presença dos pais, elas acabarão entrando em contato e sendo influenciadas por coisas não desejáveis, coisas do mundo adulto, coisas que só os adultos (e às vezes nem eles!) têm capacidade e estrutura emocional e psicológica pra lidar e pra se defender (publicidade ‘agressiva’, cenas de violência, pornografia etc.).

mas… como mães conectadas, que têm como objeto de trabalho o computador e a internet na maior parte do dia, sabemos que não dá pra evitar que isso influencie e gere certo interesse por parte dos nossos filhos, que devem se perguntar: “afinal, o que será que minha mãe faz de tão interessante o dia todo na frente dessa tela?!”. e como mães conectadas e presentes na educação dos nossos filhos, nós sabemos também que é possível, aos poucos, ir apresentando o mundo virtual para as crianças mais crescidinhas, dentro de limites apropriados para a idade e para o discernimento de cada uma. e que isso pode, sim, ser muito legal e saudável!

por isso, resolvemos dividir com vocês alguns sites bacanas que descobrimos com nossos filhos nos últimos tempos e que fizeram o maior sucesso. lembrando que é fundamental a criança sempre ter a companhia e a orientação de um adulto ao navegar na rede, mesmo em sites infantis.

o club penguin começou como um joguinho no site miniclip. fez tanto sucesso que foi comprado pelo grupo Disney e virou um site, com rede social própria, em que as crianças criam seus avatares de pinguim, jogam e se divertem com atividades variadas. a faixa etária recomendada é de 6 a 14 anos. Embora os jogadores possam criar seu pinguim e se divertir com jogos no Club Penguin sem qualquer tipo de pagamento, o modelo de negócio do site é financiado por assinaturas pagas, que permitem aos jogadores comprar roupas, móveis e até animais de estimação virtuais!

o Instituto Socioambiental (ISA), referência internacional no tema Povos Indígenas do Brasil (PIB), criou um site para as crianças aprenderem, se familiarizarem e se divertirem com a cultura indígena dos mais variados povos brasileiros. o PIB Mirim é direcionado para crianças de 7 a 12 anos e oferece conteúdo com linguagem divertida e educativa. é uma ótima fonte para pesquisas escolares e também para satisfazer curiosidades como descobrir os hábitos de alimentação e ornamentos dos índios. além disso, há a Aldeia Virtual, um ambiente social onde a criança escolhe o avatar de um índio e passa a participar das atividades da aldeia, pode brincar e conversar com outros participantes, sempre aprendendo sobre as culturas indígenas. Não há anúncios publicitários e o acesso às atividades é gratuito, exigindo apenas o cadastro de cada participante. Há filtros de palavras no bate-papo que trazem tranquilidade aos pais e diversão para os pequenos.

o Sítio do Pica-Pau Amarelo também virou ambiente virtual. voltado para crianças de 5 a 10 anos, o site tem jogos educativos e capítulos dos livros de Lobato em áudio. além de um chat (com frases pré-programadas), onde poderá interagir com amigos. todos usam um avatar, que é o único meio da criança conseguir se inscrever para brincar. para se cadastrar, é preciso fornecer o e-mail do responsável, que autoriza a entrada do filho no site e também acompanha tudo o que a criança fizer por lá. o pagando R$6,90 por mês, os assinantes têm acesso ilimitado, mas há jogos gratuitos.

a Máquina de Quadrinhos da Turma da Mônica é um dos que fez mais sucesso por aqui… 1º editor online de histórias em quadrinhos do Brasil, estimula a criatividade  das crianças, que podem criar e publicar suas próprias histórias usando os personagens e cenários do Universo da Turma da Mônica, além de ler e votar nas outras histórias  e interagir com outros participantes do Portal. Se a história for bem votada, pode até ser publicada numa das revistas!

outra opção muito bacana são os sites literários… um dos mais legais é o da escritora e artista Angela Lago, com uma histórias interativas, como a da Chapeuzinho Vermelho, com direito a várias versões, dependendo de que caminho a criança escolher seguir. é bem divertido! e muito educativo, principalmente para crianças em fase de alfabetização.

ah! e nós já tínhamos recomendado alguns posts atrás, o site Akatu Mirim, que é uma prova de como a ferramenta da internet pode ser muito útil e educativa para crianças. a proposta do site é, através de atividades lúdicas, estimular os pequenos internautas a aprenderem e pensarem sobre hábitos sustentáveis de consumo, tão importantes para o futuro do planeta e delas próprias!

e você, já explorou o mundo da internet infantil? tem dicas de outros sites bacanas pra navegar com as crianças? então divida com a gente!


Filed under: crianças,internet — ciadasmaes @ 11:51

28 de março de 2011

consumo consciente para crianças

na semana em que comemoramos nosso aniversário de 1 ano com lançamentos voltados ao consumo consciente e sustentável (como o coletor menstrual MissCup e as fraldas de pano e os bioabsorventes da Morada da Floresta – aguardem!), tivemos também a feliz notícia de que o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente coloca hoje no ar o site Akatu Mirim, com a proposta inédita de educar e motivar as crianças para o consumo consciente desde cedo, por meio de conteúdo lúdico e pedagógico, com áreas também voltadas para pais e educadores (com dicas e planos de aula).

o site é mesmo super atrativo para crianças, com animações, desenhos e letras coloridas. lá, os pequenos poderão aprender (brincando!) sobre o petróleo, o ciclo das coisas que consumimos (desde a produção até o descarte), a importância da carona solidária, de andar a pé pela cidade e muitas outras coisas legais e importantes na formação dos futuros cidadãos!

a gente já visitou e adorou, e você?


Filed under: crianças,internet — ciadasmaes @ 20:22

6 de março de 2011

mulheres blogueiras estão com tudo

quem circula pela internet há algum tempo sabe que não é novidade – no Brasil e no mundo – a presença forte das mulheres em blogs e redes sociais. mulheres blogueiras têm hoje status de formadoras de opinião na rede. elas escrevem, opinam e compartilham conteúdos sobre os temas mais variados que vão de moda à maternidade, passando por culinária, cultura, política, comportamento ou mesmo blogs mais intimistas no estilo ‘diário’.

nesta semana do Dia Internacional da Mulher, uma notícia do jornal Folha de São Paulo nos trouxe ainda mais motivos para celebrar o nosso poder enquanto mulheres e mães conectadas:

Mulheres dominam premiação para blogs

O último domingo não foi apenas do Oscar. Na noite do dia 27, ocorreu também o Bloggie Awards, um dos prêmios para blogueiros mais tradicionais da internet.

Mas esqueça a receita “tapete vermelho + cerimônia arrastada + discursos cafonas e estatueta”. No Bloggie Awards, os vencedores passaram a ser anunciados no Twitter e no Facebook a partir das 22h (hora de Brasília).

E os melhores levaram para casa simbólicos US$ 20,11.

O prêmio de melhor blog ficou com o “The Pioneer Woman”, cuja autora é uma “mamãe blogueira”, categoria influente na blogosfera americana.

DESTAQUE

À Folha, Nikolai Nolan, criador e organizador do Bloggie Awards, disse: “Hoje em dia, os blogs são tão diversos que é raro uma tendência se destacar”.

Mesmo assim, o prêmio mostrou uma grande safra de blogueiras e blogs voltados a temas femininos, como moda, culinária e relacionamentos. Todos os seis finalistas a melhor blog do ano são escritos por mulheres.

Essa foi a décima primeira edição do prêmio. Além do blog do ano, ele teve mais 30 categorias, que se agrupavam em três grupos distintos. Um deles era dedicado à região global (melhor blog asiático ou africano, por exemplo), outro focava temas (música, esporte, religião, etc.) e o último em formatos (design, texto etc.).

Entre os melhores blogs latino-americanos, havia dois candidatos brasileiros.
Coincidência, ou não, ambos são produzidos por mulheres e estavam ligados aos temas que deram as cartas no prêmio: moda (representado pelo Petiscos) e culinária (Come-se).

Neide Rigo, autora do Come-se, nem sabia que havia sido indicada ao Bloggie Awards até ser contatada pela reportagem antes da premiação. “Nem sei que prêmio é esse. Nunca me inscrevi”, escreveu ela em e-mail.

Ela também disse que não ganha dinheiro com o blog. “O que faço é gastar dinheiro com ele”, completou.

O vencedor, porém, foi um blog argentino sobre chás.

PROFISSIONAIS

Em outras categorias, blogs grandes, que faturam alto, disputaram o prêmio.
O melhor blog de tecnologia, por exemplo, foi o Lifehacker.

Veja a lista completa de vencedores em 2011.bloggi.es.

Ah! E por falar nisso, a Vanessa Ribeiro, mãe blogueira que escreve – sobre sua vida de mãe e outras coisas mais – diretamente da Europa, deixou um comentário esses dias aqui no nosso blog, avisando que haverá dois encontros de mães blogueiras em São Paulo e em Curitiba (sua terra natal) durante os dias em que ela estará de férias no Brasil. veja mais detalhes no blog da Vanessa, o Coisas Minhas.


Filed under: internet,mulheres — ciadasmaes @ 1:30

3 de fevereiro de 2011

mães na internet

mais uma vez o blog What Mommy Needs levanta uma reflexão super importante, que interessa muito a nós, mães conectadas: a maternidade na rede como nova esfera pública.

A exposição dos bebês nos blogs e uma nova “vida pública”

Ultimamente o termo “baby brother” tem sido usado para se fazer certo sensacionalismo sobre os blogs maternos. A matéria da Folha, entitulada “Mães colocam crianças em “Baby Brother” na internet; especialistas criticam”de Luisa Alcantara e Silva, já foi debatida por algumas dessas mães (como eu!), inclusive num encontro virtual num Diálogo em Rede da Escola Virtual para Pais, no qual cerca de quinze participantes (dentre mães e não-mães) falaram e escutaram experiências positivas e negativas com a exposição na rede.

O medo de expor demais nossa vida privada é relevante. A ameaça de que um desafeto possa usar as informações postadas contra nós está à espreita. E tem também a possibilidade da criança não gostar de ter sua intimidade divulgada, numa idade maior. Claro que, como toda desbravadora, as mães que usam o blog como diário, espaço de trocas e relatos de experiências com a maternidade podem ter aquele friozinho na barriga misturado à empolgação de estar explorando um mundo novo! Porque a própria Internet é recente!

Nesse ínterim, os “especialistas” são os primeiros a ditarem a condenação e ordenarem a interrupção da aventura (pelo menos, foi o que fizeram os “especialistas” consultados pela reportagem) – você já reparou como alguns jornalistas precisam enfatizar que a opinião expressa no texto vem da boca de um estudioso, doutor, cheio de credenciais? Mas, não podemos esquecer que ainda assim continua sendo uma opinião. O texto é pobre e pouco fala das opiniões das mães blogueiras! E ainda enfatiza o fato de uma das entrevistadas estar de licença médica – como se ela estivesse ociosa e por isso se dedicasse a essa atividade inútil de blogar. Mas a matéria não comenta algo crucial para se compreender esse “fenômeno”.

Acontece que esse fenômeno das redes virtuais em torno da maternidade não é simplesmente um Big Brother infantil, que explora inescrupulosamente a imagem dos filhos pelas mães, é algo muito diferente. Essas redes refletem a construção de uma nova esfera pública – um espaço onde valores e ideais sobre maternidade são comunicados, contribuindo para o fortalecimento de movimentos muito ricos, como a maternidade consciente, o parto humanizado, as momperuners (ou mães empreenderoras). Milton Santos já sinalizava, com muito otimismo, que nosso tempo é rico para a construção de uma nova esfera pública, um novo jeito de se fazer política (na verdade, uma retomada da política em seu sentido original). Como ele, Hanna Arendt já pontuara que essa esfera ultrapassa e antecede leis e instituições legais, ela é formada por um mundo coletivo, onde cada membro tem direito de se manifestar, dar sua palavra e participar de decisões que afetam todo o grupo. E é mais ou menos isso que tem acontecido no mundo dos blogs e redes sociais virtuais: somos iguais, somos companheiras, interlocutoras – que discordam e concordam, mas que se escutam. Fazemos amizades, cultivamos os momentos e sentimentos mais preciosos da maternidade, e compartilhamos com muito orgulho as conquistas de nossos filhos.

Assim, penso que o medo da exposição é normal e não deve ser subestimado – precisamos aprender a lidar com ele, inclusive tomando alguns cuidados com o blog – mas ele não deve ser usado para desqualificar o nosso “mundo coletivo”. Saiba que a sua experiência relatada rede afora tem ajudado outras pessoas – como eu! Saiba que o Manifesto pela Valorização da Maternidadenasceu da vivência de três mães blogueiras que já dividiram conosco suas mais intensas experiências, e que outro manifesto está a caminho… dessa vez escrito por mais mãos de mães engajadas!

(…) esse fenômeno dos blogs maternos tem tudo à ver com cidadania. Se queremos dividir nossas vidas privadas é porque começamos a reconhecer nos outros as mesmas questões e necessidades, e passamos a transformar problemas individuais em demandas coletivas. Explorar a imagem da criança é o que a mídia, a tv, as grandes marcas fazem. Nós queremos um outro mundo, e estamos buscando-o, no dia dia de mulheres altamente atarefadas!


Filed under: internet,reflexões — ciadasmaes @ 13:47

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